Império Asthorn
Em um hotel ao sul de Melinor, havia um homem de aproximadamente 35 anos, ele tinha uma barba espessa e somente as laterais de sua cabe?a eram raspadas, tendo um estilo moicano com seu cabelo relativamente grande e liso, seus olhos eram de um tom azul.
Suspiro - N?o pensei que fosse t?o difícil achar um garoto... porque os artistas n?o conseguem me mostrar a localiza??o exata do garoto e só a área aproximada? "Dom disse, curioso, já que o velho Vermont disse que com ele, poderia localizá-lo.
- Droga, velho, me dizer que eu sentiria é algo muito vago - Marcus estava preocupado pois já fazia 2 meses que ele estava em Melinor e n?o havia acontecido nada que ele achasse estranho ou sentisse algo, até que ele escuta uma como??o na rua, vai à janela próxima e ao olhar para um garoto sendo perseguido ele entendeu o velho, olhando para o garoto ele teve uma sensa??o de que era isso que ele estava procurando.
Ele come?ou a seguir o garoto e o capit?o, mantendo distancia suficiente para que o capit?o n?o sentisse que estava sendo seguido.
- Vamos ver como o garoto vai sair dessa situa??o perigosa...- Estando curioso do por que o velho Vermont havia escolhido o garoto, para Marcus, tinha que haver um motivo que fez o Vermont escolhê-lo, algo inimaginável e surpreendente. Vendo o capit?o desferir um golpe no garoto criando um buraco em seu abd?men, olhou para o rastro de sangue, caso ele pegasse um pouco de sangue e pingasse no artefatos, o artefatos o levaria para onde Doam estava, contanto que fosse nos limites de Melinor.- Posso deixar isso para depois, quando estiver tudo fechado e o garoto derrotar o capit?o. - Mas ele sentiu que deveria pingar o sangue naquele momento, teve uma sensa??o de que n?o poderia deixar pra depois. - Parece que realmente estou no caminho certo do velho, coisas estranhas assim n?o acontecem frequentemente em um período de tempo t?o curto.
Ao terminar - isso é interessante, estou curioso para ver como essa situa??o vai se abrir...- e voltou a seguir o garoto.
Na floresta, ele viu toda a cena e diálogo entre Doam e o capit?o Belgor. Ao ver Doam fugir, ele perguntou se realmente era aquele garoto ou se havia se confundido.
-será que pelo tempo e a ansiedade eu in deliberadamente associei algo estranho com o velho? n?o, n?o pode ser, o que senti foi real, mas por que ele fugiu, alguém que n?o está no nível de luta contra um capit?o n?o pode nem sonhar em se envolver nos nossos planos de Vermont...- Marcus estava com dúvida, mas como já havia visto o garoto, conseguiria rastreá-lo usando o sangue do garoto no artifícios, assim o artífices o levaria diretamente para a localiza??o exata do garoto.
Quando eu estava voltando para o hotel seguindo o mesmo caminho, descobri que o sangue que ele havia visto do garoto de alguma forma havia sumido. -Entendo, por isso sinto que caso n?o pegasse logo o sangue do garoto n?o conseguiria de novo. Mas ele é muito fraco, pelo diálogo ele se alcooliza, vai a bares apóstar, rouba e se diverte com mulheres a todo ou quase todo momento... é essa a chave pro plano de Vermont ?-. Marcus estava cada vez mais certo e ao mesmo tempo tinha certeza de que n?o estava enganado no que sentia. No dia seguinte, após almo?ar, saiu do hotel e tranquila o caminho para a floresta, ele decidiu se encontrar com o garoto, afinal era a maneira mais eficiente de saber de tudo, esperando que o garoto soubesse mais do que ele, já que Vermont disse para que o procurasse.
Quando ele estava próximo da floresta o artefato dentro de sua jaqueta tremeu, Doam já n?o estava mais na floresta e estava a caminho da cidade novamente.
"Ele está louco, por que voltaria t?o rápido à cidade? deve haver algum motivo.. talvez ele tenha algum artefato que possa mudar sua aparência… ou algo que o fizesse ser irreconhecível, caso contrario ele é só um idiota. - Marcus mudou de dire??o e seguiu as vibra??es do artefato, quanto maior as vibra??es, mais perto estava de seu alvo.
Ele sentiu o artefato vibrar de novo, Doam havia mudado de rumo novamente, e agora já estava indo para o centro da cidade, Marcus n?o conseguia entender o garoto, mas continuou seguindo.
Doam havia mudado de dire??o e agora estava indo em uma dire??o completamente diferente em alta velocidade, estava indo ao norte da cidade.
- Ele descobriu que eu o estou seguindo... Parece que, de fato, há algo nesse garoto, o subestimei demais, mas vamos ver se você consegue fugir… - sorrindo, o corpo de Marcus come?ou a emitir de leve um brilho branco e ele desapareceu de seu local anterior, como se nunca tivesse estado lá..
Em um beco, Doam estava se deslocando em alta velocidade enquanto fazia desvios aleatórios no meio do caminho, com o objetivo de despistar seu perseguidor.
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- Quem é ele e por que está me perseguindo? n?o fiz nada que seja digno de nota… - Doam estava pensativo com o motivo da persegui??o e sentiu que n?o era alguém qualquer.
" Preciso... O que? o que houve? eu n?o consigo mais senti-lo me perseguindo, isso é estranho, poderia ele ter desistido de me perseguir? mas isso n?o faz sentido algum, por que me perseguir e desistir facilmente assim? Algo está errado, preciso ser mais rápido" Doam pensava. - Droga, pensei que ninguém esperaria que eu apareceria agora -
Próximo a Doam, nos telhados de uma casa próxima.
- Hoho, velho, consigo ver o por que você o escolheu apesar de sua fraqueza, mas ainda é insuficiente, vamos acabar logo com isso… - Marcus disse de forma divertida.
Doam parou em uma pra?a chamada pra?a Indu, essa pra?a estava cheio de pessoas para todos os lados, trabalhadores indo e vindo de seus trabalhos, mulheres e empregados fazendo compras, crian?as brincando na rua. essa pra?a ficava em um bairro nobre de Melinor chamado Chery, esse bairro ficava no centro de Melinor, Doam e Marcus havia fugido e perseguido, respectivamente, do sul de Melinor até o centro, havia corrido uma boa distancia. Por ser um bairro nobre a seguran?a era maior e Doam n?o imaginou que seu perseguidor o seguiria até esse local.
" Isso é estranho, está muito quieto, foi muito fácil " Pensou Doam entrou em um restaurante e se sentou em uma mesa que estava próximo da porta, alguns segundos depois um gar?om foi até ele.
- Olá senhor, Bom dia, posso perguntar o que vai querer para almo?ar ? Perguntou o gar?om com um caderninho e uma caneta na m?o.
-Hummm, vou querer o especial da casa - O especial da casa era um prato típico de Melinor onde usava carne de bestas de fogo, suas carnes eram quentes, que dava uma sensa??o de calor na boca ao ser mastigada e junto a carne vinha cerveja gelada e mais uma salada para complementar o sabor da carne. - ok, senhor. em alguns minutos iremos trazer sua comida.
- Um pra mim também - do nada Doam escuta uma voz e olha para o lado e vê um homem parado e olhando para o gar?om - Era Marcus, seu perseguidor.
- Ah, perd?o senhor, eu n?o havia visto o senhor aí. - O gar?om se desculpou. - Está tudo bem, n?o se preocupe com isso. Vou querer o mesmo dele - Marcus disse de forma relaxada, n?o se importando com isso. O gar?om se retirou. - Que estranho, ele estava ao lado, como n?o o percebi ? - pensava o gar?om caminhando até a cozinha para informar ao cozinheiro o pedido. Doam estava suando frio, n?o conseguia se mexer, ele n?o havia percebido nada até que o suposto perseguidor falasse,
- Relaxe garoto, conhe?o seu av? - Marcus disse de maneira relaxada e tranquila. - Ele me disse para procurar por você aqui em Asthorn, estou no império já fazem 4 anos, mas finalmente o encontrei. - Asthorn era um dos 7 impérios, comandando um dos continentes do mundo, adorando o deus da guerra. Naquele momento Doam ficou surpreso, finalmente a sua espera havia terminado, depois de 4 longos anos e estava animado, pretendendo questionar Marcus ali mesmo.
Percebendo a inten??o de Doam, Marcus avisa.
- Aqui n?o é um bom lugar para conversar, vamos almo?ar e conversar em outro lugar - Nesse momento o gar?om chegou com 4 pratos, 2 com carne e 2 com salada e 2 garrafas de cerveja, ao deixar os pratos desejou um bom almo?o e saiu.
Após alguns tempo eles terminaram de almo?ar, Marcus decidiu pagar e eles saíram do restaurante e Doam guiou o caminho em dire??o a caverna onde se escondia, fazendo alguns desvios no caminho como precau??o. N?o demorou muito para que chegassem a caverna, ao entrar Marcus ficou surpreso, apesar de ser pequeno, havia uma mesa com 3 cadeiras e uma cama, a luz era natural, vinda do sol por brechas na caverna. Doam arrastou as cadeiras, se sentou em uma e apontou a outra para Marcus.
- Para come?ar, o que Vermont lhe disse?. - Dom perguntou primeiro.
- Nada de muito relevante, ele me disse para vir até Asthorn e esperar que alguém viria atrás de mim.
- Entendo, apesar de saber mais do que você, também n?o sei muito. - suspiro - Sei que nós temos que ir para alguns impérios à procura de algumas pessoas específicas que ajudariam você, a chave, a concluir o plano. - Nesse momento Doam interrompeu Dom e perguntou - Chave ? como assim chave ? o que ele quer que eu fa?a e por que eu sou a chave ?.- Perguntou curioso, sem entender seu av?. - Eu também n?o sei o por que você é a chave, ele me disse que após encontrar as pessoas que ele me informou, deveríamos ir até uma ruína no império Zlain e lá tudo será explicado e vamos descobrir o que fazer. - Doam suspirou e olhou para uma falha na caverna por onde a luz entrava - Por que tanto mistério ? Tenho uma péssima sensa??o...- Doam estava confuso do motivo de seu av? fazer tanto mistério.
- Eu também n?o sei o motivo, você precisa se preparar para irmos ? me parece que n?o. - Marcus perguntou, pronto para partir naquele exato momento. - Tenho algo para pegar, vamos ao anoitecer, hoje é o dia do festival de guerra e luta, todas as pessoas v?o estar no festival, poderemos cortar caminho por dentro da cidade sem levantar muita suspeita. - Doam vivia no império a 4 anos e estava ciente dos costumes e cultura do império. - Ok! - respondeu Marcus.
em uma terra esquecida e destruída.
Dentro de um castelo, passando pelo corredores desmoronados, no fim do corredor havia uma porta de 2M de altura, só restava um lado da porta, o outro havia sido destruído completamente e o interior era um sal?o e no centro havia um trono destruído com um homem de aproximadamente 1.90m de altura, de estrutura forte, usando um sobretudo azul escuro, com cal?as completamente pretas e botas pretas, abriu os olhos abruptamente e riu
- As engrenagens est?o come?ando a girar, estou ansioso para ver se você vai conseguir... Vermont. - Disse o homem misterioso, sorrindo e olhando para fora do castelo que estava parcialmente destruído
Nesse momento um raio cai e o homem olha para fora.
Monstros e aberra??es por toda parte, era um completo caos, havia arvores crescendo no céu, apontadas para baixo e com suas raízes atravessando os céus, havia nuvens no ch?o com raios negros sendo disparados para todos os lados, tinha aguas vivas gigantes voando no céu, tubar?es que soltavam raios da boca nadando no céu, Baleias de 2 metros nadando dentro da terra. O céu era completamente preto, raios negros saiam a todo momento indo até o ch?o e destruindo tudo em que tocasse, a luz solar vinha do ch?o e era escaldante e alguns seres se alimentavam desse calor, era um lugar completamenteestranho e caotico.
- Ghudá... - Nesse momento o homem sussurra, sua voz parecia carregar miséria e decadência.
Depois ele riu novamente. - hahaha, está na hora de voltar. - Nesse momento sua sombra tremeu e come?ou a subir em seu corpo e entrar no ch?o e ele desapareceu junto com sua sombra.
No império Raygor
Na capital do império, chamada Berunin, em um castelo na regi?o central, dentro de um quarto escuro, um homem abriu os olhos abruptamente e disse suspirando - Ent?o come?ou... Desgra?ado, veremos se você vai conseguir... - Ele estreitou os olhos determinados a impedir.
O homem se declarou e saiu do quarto escuro, ele aparentava ter 45 anos, seu físico era comum, seus cabelos eram longos, lisos e sedosos, chegando até a metade das costas, tinha 1,75M aparentemente, havia uma cicatriz no lado direito de seu rosto que ia do olho até a parte inicial de seu pesco?o, por onde ele andava as pessoas se curvaram diante dele e ele logo chegou a um sal?o e os guardas se curvaram e abriram a porta, no centro havia um trono, o homem sentou-se e disse - Come?ou, vamos decidir nossos planos. - Nesse momento 5 sombras apareceram e foram reveladas em uníssono.
- Sim, Sua alteza real - O homem era o imperador de Raygor, Fregor raygor, o atual imperador do império Raygor que governava um dos continentes.

